No dia 6 de Janeiro de 2017 , numa cerimónia ecuménica na Igreja de Santo André
(comunidade Escocesa presbiteriana) o Presidente da Republica Portuguesa
reconheceu a presença ortodoxa em Portugal e sua importância na vida espiritual de Portugal.

Ouvir Deus


Muitos de nós defendemos teses, debatemos questões da nossa sociedade, conquistamos títulos e troféus, mas a um dado momento reconhecemos o desconhecimento total do nosso mundo interior, não sabemos quase nada da nossa alma.


“Contudo, já em nós mesmos, tivemos a sentença de morte, para que não confiemos em nós, e sim no Deus que ressuscita os mortos; o qual nos livrou e livrará de tão grande morte; em quem temos esperado que ainda continuará a livrar-nos” (2 Co 1.9-10).

É preciso colocar a confiança em Deus e não em nós próprios ou nos outros.

Não confiar em coisas ou pessoas para não ficarmos frustrados, pois esta frustração gera o medo.

“Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparta o seu coração do Senhor”! Porque será como o arbusto solitário no deserto e não verá quando vier o bem; antes, morará nos lugares secos do deserto, na terra salgada e inabitável. Bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor. Porque ele é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano de sequidão, não se perturba, nem deixa de dar fruto. Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” (Jr 17.5-9).



Aprender a ouvir Deus e não as vozes do maligno.

“Os ídolos são como um espantalho em pepinal e não podem falar; necessitam de quem os leve, porquanto não podem andar. Não tenhais receio deles, pois não podem fazer mal, e não está neles o fazer o bem” (Jr 10.5).



A tribulação, por mais difícil que seja, não dura para sempre.

“Pois o necessitado não será para sempre esquecido, e a esperança dos aflitos não se há de frustrar perpetuamente” (Sl 9.18).



Ouvir a Deus e confiar em suas promessas é o único caminho para a vitória sobre o medo.



Avaliar o sofrimento

Devemos pedir a Deus discernimento da razão do sofrimento;Você esta sofrendo porque obedece ou desobedece? O sofrimento tem te aproximado de Deus?

(I Pedro 4:15) - Que nenhum de vós padeça como homicida, ou ladrão, ou malfeitor, ou como o que se entremete em negócios alheios;

(I Pedro 4:16) - Mas, se padece como cristão, não se envergonhe, antes glorifique a Deus nesta parte.




Eu e Pessoa

Para mim sou quem  penso que sou, Para os outros o que cada um sente que sou.
O que me julga, erra imenso.Cada um é muita gente. Para os irmãos católicos sou certamente um conservador retrógrado, para os reformados uma espécie de feiticeiro, para alguns um místico muito próximo dos budistas.
Eu gostaria de ser cantor de ópera ,afinal não sou uma coisa nem outra, quem sabe o que sou?
Não me sonhem nem me outrem.Se eu não me quero encontrar, Quererei que outros me encontrem?


Πρόεδρος κ. Γεώργιος Π. Ποταμιάνος

O Presidente da Comunidade
Georgios Petros Potamianos

(1941-2012)

Memória Eterna!


MENSAGEM PASCAL 2012



Amados em Cristo,
Se a ressurreição de Cristo se referisse apenas a Ele, o seu significado para nós seria nulo. Cristo, porém, não ressuscitou sozinho, mas fez ressuscitar juntamente com Ele ,todos os seres humanos. Proclama fervorosamente, em relação ao tema, dentre os nossos predecessores, o santo ( boca de ouro): «Cristo ressuscitou, e não deixou nenhum morto no sepulcro. Tendo, pois, Cristo ressuscitado dos mortos, tornou-se a primícia entre todos os mortos». Primícia, isto é, da ressurreição de todos os mortos e dos que a partir de então irão morrer, e de seu translado da morte para a vida. A mensagem é de alegria , pois a ressurreição de Cristo destronou  o poder da morte. Aqueles que creem n'Ele esperam a ressurreição dos mortos e, por isso, são baptizados na sua morte;  ressuscitam com Ele, e vivem a vida eterna.
O mundo, longe de Cristo, procura acumular bens materiais apoiando neles a esperança da sua vida. Imprudentemente acredita que através da riqueza evitará a morte. E o homem errático, para acumular riqueza, acreditando que assim prolonga a sua vida, leva a morte aos outros. Retira-lhes a possibilidade de sobrevivência económica e, muitas vezes, interrompe violentamente o curso de suas vidas, pensando e esperando que assim  salva sua própria.
Ai dele, porém! É grave o seu engano. A vida é obtida somente por meio da fé em Cristo e da incorporação n'Ele.
A experiência da Igreja Ortodoxa  assegura-nos que aqueles que se unem a Cristo, vivem depois da morte, convivem com os vivos, dialogam com estes, os escutam e, frequentemente, atendem milagrosamente as suas súplicas.
Não é mais necessário, pois, procurar pelo mitológico elixir da imortalidade: a imortalidade está em Cristo e, por meio d'Ele, é oferecida a todos.
Não é necessário que povos sejam exterminados para que outros sobrevivam. Tampouco, que indefesas vidas humanas sejam ceifadas para que outros possam viver com mais conforto. Cristo oferece a todos a vida terrena e a celestial. Ele ressuscitou, e todos os que quiserem poderão seguir o caminho da ressurreição. Por outro lado, os que direta ou indiretamente espalham a morte, acreditando que desta forma poderão acrescentar dias às suas vidas ou mais conforto aos seus dias, condenam-se a si mesmos à morte eterna.
Nosso Senhor Jesus Cristo veio ao mundo para que todos tenham vida e vida em abundância. É um grande erro supor que o se possa alcançar bem-estar para a humanidade através dos conflitos. Cristo ressuscita dos mortos e anula a sua morte. Ele tem a força da transcendência da morte. O fato de que venceu a morte confirma a sua repulsa em ralação a ela. Cristo conduz à vida e no-la dá, se é que foi mesmo interrompida, pois Ele é a nossa vida e a nossa ressurreição. Por isso é que, nós, os fiéis, não tememos a morte. Nossa força não está baseada na invulnerabilidade de nossa existência, mas na certeza da ressurreição.
Cristo ressuscitou! E nós haveremos de ressuscitar! Sigamos, pois, amados irmãos e filhos no Senhor, o Cristo que ressuscita em todas as suas obras. Socorremos aqueles aos quais faltam os meios básicos de sobrevivência, para que permaneçam na vida. Proclamemos aos que ignoram a ressurreição de Cristo, que através dela a morte foi revogada e que, consequentemente, também eles podem participar em sua ressurreição, crendo n'Ele e seguindo os seus passos. A nossa ressurreição é plena somente se inclui a ressurreição de nossos outros irmãos. Então, a proclamação vitoriosa: "Cristo ressuscitou" haverá de ressoar salvíficamente para toda a humanidade. Assim seja.

Páscoa 2012

Natividade

Dia 25 de Dezembro ,
Liturgia de NATAL
Discurso do Presidente da CEP, na abertura dos trabalhos da 153ª Assembleia Plenária

Senhores Arcebispos e Bispos
Senhor Encarregado de Negócios da Santa Sé
Estimados Presidentes da CNIR, FNIRF e FNIS
Senhores Jornalistas

1. Ainda revigorados pelas celebrações pascais, que nos deram a alegria de sentir a Igreja viva, participação na Vida de Jesus Ressuscitado, damos início aos trabalhos de mais uma Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa. Move-nos na reflexão e nas necessárias decisões, o nosso múnus de Pastores da Igreja, que queremos conduzir para a plenitude da graça pascal, fiéis à Palavra de Jesus que nos envia, atentos aos problemas dos homens, conscientes da missão da Igreja no mundo. Queremos fazê-lo em comunhão com a Igreja Universal, unidos a Sua Santidade o Papa, a quem saudamos filialmente.

Saudamos o Senhor Núncio Apostólico, retido em Itália por motivos de saúde, desejando-lhe um rápido e total restabelecimento; e manifestamos a nossa amizade e solicitude ao Senhor Bispo de Viseu, ausente porque ainda convalescente de intervenção cirúrgica delicada. Na nossa oração pediremos a Deus o seu rápido restabelecimento, se essa for a Sua vontade.

2. É a primeira vez que nos reunimos depois da perturbação à paz mundial, provocada pela intervenção militar no Iraque, o que provocou por toda a parte uma onda de manifestações e protestos contra a intervenção militar como caminho para resolver a situação de um regime violento e perturbador da paz.

Vencer a luta pela paz, eis uma meta ideal prosseguida pelos cristãos, desde há dois mil anos, e por todos os homens e mulheres de coração recto, que recusam a guerra como solução dos conflitos. Nestes momentos conturbados e dolorosos, fortalecem-nos nessa luta e na nossa esperança, as palavras de Jesus ressuscitado: a paz esteja convosco! Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz! Não como o mundo vo-la dá! Eis a distinção decisiva, a inspirar todas as lutas da Igreja em favor da paz: os seus caminhos, os seus critérios, não se confundem com os da política, dos interesses ou das simples análises de sistemas e oportunidades.

Agradecemos ao Santo Padre a sua lúcida, corajosa e inquebrável intervenção a favor da paz, sem nunca se intrometer em juízos ou processos políticos acerca de nenhuma das partes envolvidas. A paz é um valor absoluto, ligado ao carácter sagrado da vida humana e à vocação de diálogo e de fraternidade impressos no íntimo de cada ser humano; a paz vale por si, sejam quais forem as circunstâncias históricas das ameaças de guerra e de violência. Escutámos, comovidos, essas corajosas palavras do Papa, e fizemos delas a nossa mensagem às comunidades cristãs de que somos Pastores. Elas motivaram iniciativas de oração e de meditação, inúmeras vezes propostas na dinâmica da vida interna da Igreja.

Mesmo assim algumas vozes, não muitas, mas com a força que lhes dá a mediatização que lhes é oferecida, acusaram a Conferência Episcopal de silêncio grave e cúmplice, na denúncia da guerra, chegando-se a afirmar que deveríamos responder perante a opinião pública, dado o nosso alinhamento com o Governo e uma certa orientação política. Essas afirmações magoaram-nos por virem de quem vieram e por as considerar profundamente injustas, porque inexactas, desconhecendo o âmbito próprio da missão da Igreja, e a intensidade das várias intervenções, nesse âmbito específico.

Todos verificámos que a referida crise internacional provocou alinhamentos políticos e partidários, normais e justificáveis na óptica que lhes é própria, mas que não é, não pode ser a dos Bispos Portugueses. Estamos com o Santo Padre, propondo a paz como valor em si mesma, para além das clivagens e das análises políticas. E agora que a voz dos “media” começa a silenciar-se, relegando a situação do Iraque para o silêncio de todos os dramas humanos, a nossa luta pela paz continua, sob a forma da ajuda fraterna e solidária, de luta pela dignidade da pessoa humana e de justeza das soluções futuras, no respeito pela justiça.

Pelos nossos Estatutos, no intervalo das Assembleias Plenárias, perante a emergência de situações graves como a que referimos, compete ao Conselho Permanente e à Presidência da CEP, decidir da posição e orientação dos Bispos de Portugal. Fizemo-lo com discernimento e sem medo de assumir responsavelmente uma linha orientadora. Mas agora que estamos reunidos, estamos completamente abertos e disponíveis para uma reflexão sobre a orientação que traçámos.

3. Não posso deixar de referir um episódio triste a que assistimos nos últimos dias: dois canais de televisão que deram relevo, no âmbito dos seus noticiários, ao facto de um certo senhor, que se auto-intitula Arcebispo Metropolita de uma igreja ortodoxa portuguesa, ter aceite “abençoar” a união de dois homossexuais. O facto de aparecerem vestidos com o traje eclesiástico, como qualquer de nós, e a ambiguidade dos títulos que usam, geraram confusão e indignação em muitos fiéis.

Quero por isso declarar claramente, aos fiéis católicos e aos portugueses em geral, que essa auto-proclamada igreja ortodoxa de Portugal, não é reconhecida por nenhum dos Patriarcados Ortodoxos com quem estamos em diálogo ecuménico. Lamentamos a ambiguidade com que se apresentam, procurando propositadamente gerar a confusão. Não têm nada a ver, nem com a Igreja Católica, nem com as Igrejas Ortodoxas com quem estamos em diálogo e cuja dignidade, confirmada por uma longa tradição, é também ofendida. A nossa indiscutível abertura ao diálogo ecuménico não passa por aí.

Estamos, em Portugal, em ambiente democrático de liberdade religiosa, confirmada e regulada por Lei. Mas realidades como estas levantam-nos o problema da inevitável relação, na aplicação da Lei, entre liberdade religiosa e qualidade religiosa.

4. Da Agenda dos nossos trabalhos refiro apenas dois pontos, dada a sua relevância para a missão da Igreja na Sociedade:

4.1. O projecto de “Carta Pastoral” sobre moral social. O cristianismo é uma fidelidade, pessoal e comunitária, a Jesus Cristo e à Sua Palavra, inspiradora de uma nova maneira de viver. A essa exigência do Evangelho, chama-se moral cristã. Ela diz respeito à nossa relação com Deus, participando da própria relação filial de Jesus, com Deus Seu Pai, e às exigências para com os outros homens, nossos irmãos, como pessoas e em sociedade. Há exigências sociais no viver moral dos cristãos.

A Igreja, exercendo o seu dever de ensinar, deve lembrá-las continuamente, referindo-as às situações concretas da sociedade em que vivemos. Essa é uma maneira de a Igreja contribuir para o bem da sociedade. A vida democrática é um equilíbrio de direitos respeitados e deveres assumidos, pelo Estado e pelos cidadãos e outras pessoas jurídicas da sociedade civil. A defesa dos direitos estará comprometida quando os deveres de todos e cada um não forem responsavelmente assumidos.

4.2. Considero, igualmente, particularmente significativa, a proposta de criação de uma Comissão Episcopal para a Pastoral da Cultura. A fé deve ter um diálogo permanente com a cultura, sendo esse o melhor caminho para uma evangelização da cultura.

5. Entregamos os nossos trabalhos à protecção de Maria Santíssima, que mais uma vez nos acolhe no seu Santuário, ela a Mãe da Igreja e a Rainha da Paz.

† JOSÉ, Cardeal-Patriarca
Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa

Fátima, 5 de Maio de 2003
Terça-feira, 1 Março 2005 00:59 (23:59Z)

Público OnLine (Portugal)Recorte Imprensa

Monge da Igreja Ortodoxa confessa ter abusado de criança de cinco anos
Crimes em julgamento terão sido cometidos entre Maio e Agosto de 2003. O Tribunal de Vila Franca de Xira começou ontem a julgar um monge da Igreja Ortodoxa portuguesa, acusado de abuso sexual de crianças. O arguido confessou parte dos crimes, mas justificou a situação com a vontade de "proteger a Igreja". Afiançou, além disso, que era uma menina de cinco anos quem o procurava para práticas sexuais, o que, em seu entender, demonstrava que manteria esses comportamentos com outros membros da comunidade. O arguido, oleiro, de 36 anos, já professava a religião ortodoxa e diz que sempre pensou tornar-se monge mas só há cinco anos entrou numa comunidade, então instalada em Mafra. Esta comunidade, que já passara por Sintra, mudou-se, em Janeiro de 2003, para a Quinta da Granja, uma propriedade rural de Cachoeiras, concelho de Vila Franca. Foi aí que, segundo o Ministério Público, o monge terá, entre Maio e Agosto de 2003, sujeitado uma menina de cinco anos a vários abusos sexuais. Diz a acusação que, aproveitando a relação de confiança com a mãe da criança (uma das responsáveis do mosteiro), o arguido abusou sexualmente da menina. O Ministério Público acrescenta que o homem terá uma vez sido surpreendido por um rapaz de 10 anos - que também vivia na comunidade - e que posteriormente o terá violado, amarrando-o a uma cama. A situação acabou por ser descoberta e investigada pela Polícia Judiciária e o arguido foi detido em Março de 2004, já depois de ter sido convidado a sair da comunidade. A menor, de acordo com exames efectuados, mantinha o estado de "virgindade anatómica". Em audiência, o monge contou ontem que trabalhava na quinta e tomava conta do mosteiro e garantiu que foi a menina que começou a manifestar interesse em "namorarem" e em manterem contactos sexuais; diz que começou por recusar, mas que a criança lhe terá dito que "já tinha tido relações" com outros membros da comunidade. Garantiu que nunca abusou do rapaz. "Como é que é capaz de dizer que foi uma criança de cinco anos que o seduziu?", estranhou a juíza presidente do colectivo, Hermínia Oliveira. "No mosteiro fazia-se tudo menos rezar. A ideia com que ficamos é que é uma autêntica perversão", prosseguiu. O arguido disse ainda que, em Mafra, terá havido problemas com monjas menores e um outro responsável da Igreja, mas o caso terá sido "abafado". O procurador da República garantiu que as denúncias serão investigadas. Na sessão foram ainda ouvidas duas inspectoras da brigada de crimes sexuais da PJ, que afirmaram que a menina falou apenas de abusos cometidos pelo arguido, mas admitiram que a comunidade é muito fechada. "Dava a sensação de ter algum receio de contar certas coisas", disse uma delas.




MOSTEIRO “ORTODOXO” da “Igreja Católica Ortodoxa de Portgal” liderada por um tal (Theodoro) como “arcebispo”e outro (“D.joão1º”Mário Ribeiro ),nas Cachoeiras,Alverca.

No Tribunal de Vila Franca de Xira, juíza presidente do colectivo, Hermínia Oliveira:

"No mosteiro fazia-se tudo menos rezar.A ideia com que ficamos é que é uma autêntica perversão",prosseguiu.O arguido disse ainda que,em Mafra, terá havido problemas com monjas menores e um outro responsável da Igreja,mas o caso terá sido "abafado".

O procurador da República garantiu que as denúncias serão investigadas.Na sessão foram ainda ouvidas duas inspectoras da brigada de crimes sexuais da PJ,que afirmaram que a menina falou apenas de abusos cometidos pelo arguido,mas admitiram que a comunidade é muito fechada."Dava a sensação de ter algum receio de contar certas coisas",disse uma delas.

"Igrejas Cibernéticas"

Pesquisando na internet qualquer motor de busca encontram-se várias "igrejas"estranhas. Organizações que se dizem parte da Igreja , afirmam possuir ordens e sacramentos válidos estando sempre registadas oficialmente de acordo com a lei civil o que amplia significativamente sua legitimidade pois passaram pelo notário.
Esta ilustre estirpe, meio nobre, meio ortodoxa,meio católica mas seguramente 100% falsa.
Valem-se da ignorância das pessoas, que pensam ter encontrado diversas" tradições" da Igreja Cristã , Católica, Protestante ou Ortodoxa.Sucedem de tudo o que é possível ou impossível, da igreja anglicana, romana, ortodoxa, evangélica,copta,presbiteriana, luterana, etc.Afirmam sempre com grande intensidade a sua linha de sucessão apostólica . Tudo para justificar a “origem” apostólica da suposta comunidade. Apresentam "provas" com maior ou menor imaginação tudo made in internet .São ousados e nada tímidos.
Ora quem tem a verdadeira sucessão apostólica não fica a afirmar e a justificar a mesma. Essas" igrejas" normalmente entram em contradição quanto a lugares ou outros detalhes, numa leitura mais atenta.

Todas elas tem um “arcebispo"," primaz”,"Katholikos","metropolita"."patriarca" ou outro título sonante.

Registam-se com nomes estranhos do tipo:Igreja Ortodoxa Católica dos Bálcãs do Sul ou Igreja Apostólica e Histórica da Letônia ou ainda Lusitana Hispânica e dos Algarves e Toda a Patagónia etc.

Os “padres” e "monsenhores" todos grandes "exorcistas" nobres, titulares são itinerantes e por isso não sabemos onde moram temos o seu e-mail e é quanto basta. Claro que algums possuem “paróquias” e "catedrais".

Afirman-se membros da Igreja Ortodoxa do Leste Europeu na Diáspora ou no Exilio, vinculadas a comunidades desconhecidas no país , mas na verdade surgiram no fundo do quintal ou garagem de alguém.

Os "clérigos" por vezes já foram padres ou seminaristas e usam muito os títulos , Sua Eminência Reverendíssima e Beatíssima, Monsenhor Dom .
Sua Santidade Sua Beatitude vestem-se a rigor de forma a impressionar e mudam de estilo com frequência.
Escrevem cartas a diversas entidades (colocando questões ou opinando sobre a actualidade),na esperança de receberem uma resposta nem que seja pela negativa para logo servir de reconhecimento formal dos seus títulos.
Enviam comunicados onde informam a imprensa das suas "actividades" que por vezes publicam por desconhecimento dos jornalistas ou porque o absurdo tambem “vende”, aparecem em eventos como “penetras” procurando visibilidade.
Aproveitam largamente da boa vontade das instituições que não questionam as suas credenciais.
É absurdo pensar que a coberto da chamada "liberdade religiosa" estas pessoas aproveitam em todo o mundo cristão de grande margem de manobra acabando por ludibriar os mais incautos a quem resta apenas aprender com a experiencia quantas vezes bem amarga.
Alguns fecham os olhos e cínicamente fingem não entender e por vezes mesmo aproveitar esta confusão para benefício próprio.

Saramago acredita que "Caim nunca existiu".

Saramago acredita que "Caim nunca existiu". - "tudo aquilo é absurdo, disparatado". Julga, porém, que isso "é indiferente". "A Bíblia tem uma influência muito grande na nossa cultura e até na nossa maneira de ser. Sem a Bíblia seríamos outras pessoas - provavelmente melhores", disse.

Para "abrir o apetite" dos presentes, o autor contou um bocadinho do livro. Condenado à errância, Caim conhece Lilith, "uma devoradora de homens" ( que "forçou" Saramago a, "pela primeira vez" na sua vida, "escrever páginas eróticas"). Quando dali parte cruza-se com outras personagens bíblicas, como Abraão. Saramago inventa-lhe "um outro presente" para recontar meia dúzia de episódios violentos e sustentar que Deus é cruel, vingativo e enlouquecedor.

A Bíblia, reiterou, é um livro impróprio para crianças, "um manual de maus costumes". "Sempre disse que nunca inventei nada. Limito-me a pôr à vista. E, de certo modo, é o que faço com este livro", declarou. Apesar de tudo, está convencido de que Caim "é um livro divertidissímo". E que a Igreja Católica não se incomodará. Os católicos pouco ligam ao Antigo Testamento. Quem se poderá incomodar serão os judeus. "Não é contra Deus que escrevo, uma vez que Ele não existe. É contra as religiões. Para que servem as religiões? Não servem para aproximar as pessoas. Nunca serviram." outubro 2009
ΠΑΣΧΑ -2009 - ΛΙΣΣΑΒΩΝΑΣ-CASELAS 17 και 18 Απριλίου 2009
Παρασκευή 17:00 - επιτάφιο Σάββατο 21:00 -Λειτουργία της Αναστάσεως
ПАСХАЛЬНА -2009 - Лісабон-CASELAS 17 і 18 квітня 2009 року
П'ятниця 17:00 - епітафія Субота 21:00-літургія Воскресіння
PASTE -2009 - LISABONA-CASELAS 17 şi 18 aprilie 2009
Vineri 17:00 - epitaf Sâmbătă 21:00-Liturghie a Învierii
PÁSCOA -2009 - LISBOA-CASELAS 17 e 18 de Abril de 2009
Sex. 17:00 - epitáfio Sábado 21:00-Liturgia da Ressurreição

EM ANGOLA PODE SER CRIADO UM TEMPLO ORTODOXO

Na capital de Angola pode ser criado um templo ortodoxo. Esta questão foi debatida durante o recente encontro da delegação da Igreja Ortodoxa Russa com os compatriotas e representantes da comunidade russófona, que vivem em Luanda e nos arredores da capital. Vem a seguir uma reportagem do nosso correspondente Viktor Voronov. O metropolita de Smolensk e de Caliningrado Kirill, chefe do Departamento de relações externas da igreja, veio pela primeira vez ao continente africano, tendo incluído nesta viagem a visita a Angola. O dignitário da igreja esteve na empresa da sociedade mineira de Catoca, situada na província Lunda-Sul, onde vive e trabalha a maior parte de especialistas russos, ocupados na indústria de diamantes. Para os compatriotas a visita do ilustre hóspede foi uma verdadeira festa. Nas palestras com ele foram discutidas questões de preservação da cultura nacional e espiritual nas condições de permanência num país estrangeiro. Depois da palestra todos os presentes ganharam das mãos do monsenhor um pequeno ícone da Nossa Senhora.
A questão de construção de um templo ortodoxo em Angola é de longa data e, pelos vistos, a sua solução positiva está agora está mais próxima do que nunca.
Kirill: Muitos angolanos estudaram na União Soviética, muitos falam russo e muitos outros ainda relacionam a si próprios à cultura russa. Admito que muitos deles nutram simpatias em relação à religião ortodoxa. As portas do nosso templo serão abertas também para eles pois não se pode amar a Rússia e a não amar a ortodoxia.
A questão de abertura da paróquia está na competência do Santo Sínodo da Igreja Ortodoxa Russa. Depois disso a sua decisão deve ser aprovada pela Igreja Ortodoxa de Alexandria.
Em Angola o metropolita Kirill manteve conversações com o presidente do país José Eduardo dos Santos. No decurso da palestra o primaz delineou a posição da Igreja Ortodoxa Russa no tocante ao diálogo bilateral entre Angola e Rússia, tendo apontado na ocasião que o nosso relacionamento será mais variado, equilibrado e próspero, se os componentes político e econômico forem acrescidos do componente espiritual. Afirmou que a presença da Igreja Ortodoxa Russa em Angola vai contribuir para o desenvolvimento mais pleno de relações culturais e espirituais entre os nossos dois Estados.
O presidente José Eduardo dos Santos ressaltou da sua parte que a posição do governo de Angola coincide com as idéias da Igreja Russa que esta última tem manifestado em diversos foros internacionais e na ONU. Neste plano, — disse o presidente, — o governo de Angola está interessado na continuação e consolidação do diálogo intercultural, internacional e inter-religioso com a Rússia.

Conferência das Igrejas Europeias (KEK)

A cidade de Esztergom, na Hungria, acolhe de 19 a 22 de Fevereiro o encontro anual do comité conjunto do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE – Igreja Católica) e da Conferência das Igrejas Europeias (KEK). As delegações são consituídas por sete membros de cada organismo.
Em cima da mesa estarão as actividades, experiências e projectos dos cristãos na Europa sobre o tema do ambiente, bem como um debate sobre a situação ecuménica.

Ambas as partes avaliarão ainda a acção do comité CCEE/KEK para as relações com os muçulmanos na Europa.
Cristãos da Europa debatem compromisso ecuménico

A cidade de Esztergom, na Hungria, acolhe de 19 a 22 de Fevereiro o encontro anual do comité conjunto do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE – Igreja Católica) e da Conferência das Igrejas Europeias (KEK). As delegações são consituídas por sete membros de cada organismo.
Em cima da mesa estarão as actividades, experiências e projectos dos cristãos na Europa sobre o tema do ambiente, bem como um debate sobre a situação ecuménica.

Ambas as partes avaliarão ainda a acção do comité CCEE/KEK para as relações com os muçulmanos na Europa.