S.S.PATRIARCA BARTOLOMEOS DE CONSTANTTINOPLA

Natividade

Sábado Dia 25 de Dezembro ,
Liturgia de NATAL
12 HORAS EM CASELAS
Discurso do Presidente da CEP, na abertura dos trabalhos da 153ª Assembleia Plenária

Senhores Arcebispos e Bispos
Senhor Encarregado de Negócios da Santa Sé
Estimados Presidentes da CNIR, FNIRF e FNIS
Senhores Jornalistas

1. Ainda revigorados pelas celebrações pascais, que nos deram a alegria de sentir a Igreja viva, participação na Vida de Jesus Ressuscitado, damos início aos trabalhos de mais uma Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa. Move-nos na reflexão e nas necessárias decisões, o nosso múnus de Pastores da Igreja, que queremos conduzir para a plenitude da graça pascal, fiéis à Palavra de Jesus que nos envia, atentos aos problemas dos homens, conscientes da missão da Igreja no mundo. Queremos fazê-lo em comunhão com a Igreja Universal, unidos a Sua Santidade o Papa, a quem saudamos filialmente.

Saudamos o Senhor Núncio Apostólico, retido em Itália por motivos de saúde, desejando-lhe um rápido e total restabelecimento; e manifestamos a nossa amizade e solicitude ao Senhor Bispo de Viseu, ausente porque ainda convalescente de intervenção cirúrgica delicada. Na nossa oração pediremos a Deus o seu rápido restabelecimento, se essa for a Sua vontade.

2. É a primeira vez que nos reunimos depois da perturbação à paz mundial, provocada pela intervenção militar no Iraque, o que provocou por toda a parte uma onda de manifestações e protestos contra a intervenção militar como caminho para resolver a situação de um regime violento e perturbador da paz.

Vencer a luta pela paz, eis uma meta ideal prosseguida pelos cristãos, desde há dois mil anos, e por todos os homens e mulheres de coração recto, que recusam a guerra como solução dos conflitos. Nestes momentos conturbados e dolorosos, fortalecem-nos nessa luta e na nossa esperança, as palavras de Jesus ressuscitado: a paz esteja convosco! Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz! Não como o mundo vo-la dá! Eis a distinção decisiva, a inspirar todas as lutas da Igreja em favor da paz: os seus caminhos, os seus critérios, não se confundem com os da política, dos interesses ou das simples análises de sistemas e oportunidades.

Agradecemos ao Santo Padre a sua lúcida, corajosa e inquebrável intervenção a favor da paz, sem nunca se intrometer em juízos ou processos políticos acerca de nenhuma das partes envolvidas. A paz é um valor absoluto, ligado ao carácter sagrado da vida humana e à vocação de diálogo e de fraternidade impressos no íntimo de cada ser humano; a paz vale por si, sejam quais forem as circunstâncias históricas das ameaças de guerra e de violência. Escutámos, comovidos, essas corajosas palavras do Papa, e fizemos delas a nossa mensagem às comunidades cristãs de que somos Pastores. Elas motivaram iniciativas de oração e de meditação, inúmeras vezes propostas na dinâmica da vida interna da Igreja.

Mesmo assim algumas vozes, não muitas, mas com a força que lhes dá a mediatização que lhes é oferecida, acusaram a Conferência Episcopal de silêncio grave e cúmplice, na denúncia da guerra, chegando-se a afirmar que deveríamos responder perante a opinião pública, dado o nosso alinhamento com o Governo e uma certa orientação política. Essas afirmações magoaram-nos por virem de quem vieram e por as considerar profundamente injustas, porque inexactas, desconhecendo o âmbito próprio da missão da Igreja, e a intensidade das várias intervenções, nesse âmbito específico.

Todos verificámos que a referida crise internacional provocou alinhamentos políticos e partidários, normais e justificáveis na óptica que lhes é própria, mas que não é, não pode ser a dos Bispos Portugueses. Estamos com o Santo Padre, propondo a paz como valor em si mesma, para além das clivagens e das análises políticas. E agora que a voz dos “media” começa a silenciar-se, relegando a situação do Iraque para o silêncio de todos os dramas humanos, a nossa luta pela paz continua, sob a forma da ajuda fraterna e solidária, de luta pela dignidade da pessoa humana e de justeza das soluções futuras, no respeito pela justiça.

Pelos nossos Estatutos, no intervalo das Assembleias Plenárias, perante a emergência de situações graves como a que referimos, compete ao Conselho Permanente e à Presidência da CEP, decidir da posição e orientação dos Bispos de Portugal. Fizemo-lo com discernimento e sem medo de assumir responsavelmente uma linha orientadora. Mas agora que estamos reunidos, estamos completamente abertos e disponíveis para uma reflexão sobre a orientação que traçámos.

3. Não posso deixar de referir um episódio triste a que assistimos nos últimos dias: dois canais de televisão que deram relevo, no âmbito dos seus noticiários, ao facto de um certo senhor, que se auto-intitula Arcebispo Metropolita de uma igreja ortodoxa portuguesa, ter aceite “abençoar” a união de dois homossexuais. O facto de aparecerem vestidos com o traje eclesiástico, como qualquer de nós, e a ambiguidade dos títulos que usam, geraram confusão e indignação em muitos fiéis.

Quero por isso declarar claramente, aos fiéis católicos e aos portugueses em geral, que essa auto-proclamada igreja ortodoxa de Portugal, não é reconhecida por nenhum dos Patriarcados Ortodoxos com quem estamos em diálogo ecuménico. Lamentamos a ambiguidade com que se apresentam, procurando propositadamente gerar a confusão. Não têm nada a ver, nem com a Igreja Católica, nem com as Igrejas Ortodoxas com quem estamos em diálogo e cuja dignidade, confirmada por uma longa tradição, é também ofendida. A nossa indiscutível abertura ao diálogo ecuménico não passa por aí.

Estamos, em Portugal, em ambiente democrático de liberdade religiosa, confirmada e regulada por Lei. Mas realidades como estas levantam-nos o problema da inevitável relação, na aplicação da Lei, entre liberdade religiosa e qualidade religiosa.

4. Da Agenda dos nossos trabalhos refiro apenas dois pontos, dada a sua relevância para a missão da Igreja na Sociedade:

4.1. O projecto de “Carta Pastoral” sobre moral social. O cristianismo é uma fidelidade, pessoal e comunitária, a Jesus Cristo e à Sua Palavra, inspiradora de uma nova maneira de viver. A essa exigência do Evangelho, chama-se moral cristã. Ela diz respeito à nossa relação com Deus, participando da própria relação filial de Jesus, com Deus Seu Pai, e às exigências para com os outros homens, nossos irmãos, como pessoas e em sociedade. Há exigências sociais no viver moral dos cristãos.

A Igreja, exercendo o seu dever de ensinar, deve lembrá-las continuamente, referindo-as às situações concretas da sociedade em que vivemos. Essa é uma maneira de a Igreja contribuir para o bem da sociedade. A vida democrática é um equilíbrio de direitos respeitados e deveres assumidos, pelo Estado e pelos cidadãos e outras pessoas jurídicas da sociedade civil. A defesa dos direitos estará comprometida quando os deveres de todos e cada um não forem responsavelmente assumidos.

4.2. Considero, igualmente, particularmente significativa, a proposta de criação de uma Comissão Episcopal para a Pastoral da Cultura. A fé deve ter um diálogo permanente com a cultura, sendo esse o melhor caminho para uma evangelização da cultura.

5. Entregamos os nossos trabalhos à protecção de Maria Santíssima, que mais uma vez nos acolhe no seu Santuário, ela a Mãe da Igreja e a Rainha da Paz.

† JOSÉ, Cardeal-Patriarca
Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa

Fátima, 5 de Maio de 2003
Terça-feira, 1 Março 2005 00:59 (23:59Z)

Público OnLine (Portugal)Recorte Imprensa

Monge da Igreja Ortodoxa confessa ter abusado de criança de cinco anos
Crimes em julgamento terão sido cometidos entre Maio e Agosto de 2003. O Tribunal de Vila Franca de Xira começou ontem a julgar um monge da Igreja Ortodoxa portuguesa, acusado de abuso sexual de crianças. O arguido confessou parte dos crimes, mas justificou a situação com a vontade de "proteger a Igreja". Afiançou, além disso, que era uma menina de cinco anos quem o procurava para práticas sexuais, o que, em seu entender, demonstrava que manteria esses comportamentos com outros membros da comunidade. O arguido, oleiro, de 36 anos, já professava a religião ortodoxa e diz que sempre pensou tornar-se monge mas só há cinco anos entrou numa comunidade, então instalada em Mafra. Esta comunidade, que já passara por Sintra, mudou-se, em Janeiro de 2003, para a Quinta da Granja, uma propriedade rural de Cachoeiras, concelho de Vila Franca. Foi aí que, segundo o Ministério Público, o monge terá, entre Maio e Agosto de 2003, sujeitado uma menina de cinco anos a vários abusos sexuais. Diz a acusação que, aproveitando a relação de confiança com a mãe da criança (uma das responsáveis do mosteiro), o arguido abusou sexualmente da menina. O Ministério Público acrescenta que o homem terá uma vez sido surpreendido por um rapaz de 10 anos - que também vivia na comunidade - e que posteriormente o terá violado, amarrando-o a uma cama. A situação acabou por ser descoberta e investigada pela Polícia Judiciária e o arguido foi detido em Março de 2004, já depois de ter sido convidado a sair da comunidade. A menor, de acordo com exames efectuados, mantinha o estado de "virgindade anatómica". Em audiência, o monge contou ontem que trabalhava na quinta e tomava conta do mosteiro e garantiu que foi a menina que começou a manifestar interesse em "namorarem" e em manterem contactos sexuais; diz que começou por recusar, mas que a criança lhe terá dito que "já tinha tido relações" com outros membros da comunidade. Garantiu que nunca abusou do rapaz. "Como é que é capaz de dizer que foi uma criança de cinco anos que o seduziu?", estranhou a juíza presidente do colectivo, Hermínia Oliveira. "No mosteiro fazia-se tudo menos rezar. A ideia com que ficamos é que é uma autêntica perversão", prosseguiu. O arguido disse ainda que, em Mafra, terá havido problemas com monjas menores e um outro responsável da Igreja, mas o caso terá sido "abafado". O procurador da República garantiu que as denúncias serão investigadas. Na sessão foram ainda ouvidas duas inspectoras da brigada de crimes sexuais da PJ, que afirmaram que a menina falou apenas de abusos cometidos pelo arguido, mas admitiram que a comunidade é muito fechada. "Dava a sensação de ter algum receio de contar certas coisas", disse uma delas.




MOSTEIRO “ORTODOXO” da “Igreja Católica Ortodoxa de Portgal” liderada por um tal (Theodoro) como “arcebispo”e outro (“D.joão1º”Mário Ribeiro ),nas Cachoeiras,Alverca.

No Tribunal de Vila Franca de Xira, juíza presidente do colectivo, Hermínia Oliveira:

"No mosteiro fazia-se tudo menos rezar.A ideia com que ficamos é que é uma autêntica perversão",prosseguiu.O arguido disse ainda que,em Mafra, terá havido problemas com monjas menores e um outro responsável da Igreja,mas o caso terá sido "abafado".

O procurador da República garantiu que as denúncias serão investigadas.Na sessão foram ainda ouvidas duas inspectoras da brigada de crimes sexuais da PJ,que afirmaram que a menina falou apenas de abusos cometidos pelo arguido,mas admitiram que a comunidade é muito fechada."Dava a sensação de ter algum receio de contar certas coisas",disse uma delas.

"Igrejas Cibernéticas"

Pesquisando na internet qualquer motor de busca encontram-se várias "igrejas"estranhas. Organizações que se dizem parte da Igreja , afirmam possuir ordens e sacramentos válidos estando sempre registadas oficialmente de acordo com a lei civil o que amplia significativamente sua legitimidade pois passaram pelo notário.
Esta ilustre estirpe, meio nobre, meio ortodoxa,meio católica mas seguramente 100% falsa.
Valem-se da ignorância das pessoas, que pensam ter encontrado diversas" tradições" da Igreja Cristã , Católica, Protestante ou Ortodoxa.Sucedem de tudo o que é possível ou impossível, da igreja anglicana, romana, ortodoxa, evangélica,copta,presbiteriana, luterana, etc.Afirmam sempre com grande intensidade a sua linha de sucessão apostólica . Tudo para justificar a “origem” apostólica da suposta comunidade. Apresentam "provas" com maior ou menor imaginação tudo made in internet .São ousados e nada tímidos.
Ora quem tem a verdadeira sucessão apostólica não fica a afirmar e a justificar a mesma. Essas" igrejas" normalmente entram em contradição quanto a lugares ou outros detalhes, numa leitura mais atenta.

Todas elas tem um “arcebispo"," primaz”,"Katholikos","metropolita"."patriarca" ou outro título sonante.

Registam-se com nomes estranhos do tipo:Igreja Ortodoxa Católica dos Bálcãs do Sul ou Igreja Apostólica e Histórica da Letônia ou ainda Lusitana Hispânica e dos Algarves e Toda a Patagónia etc.

Os “padres” e "monsenhores" todos grandes "exorcistas" nobres, titulares são itinerantes e por isso não sabemos onde moram temos o seu e-mail e é quanto basta. Claro que algums possuem “paróquias” e "catedrais".

Afirman-se membros da Igreja Ortodoxa do Leste Europeu na Diáspora ou no Exilio, vinculadas a comunidades desconhecidas no país , mas na verdade surgiram no fundo do quintal ou garagem de alguém.

Os "clérigos" por vezes já foram padres ou seminaristas e usam muito os títulos , Sua Eminência Reverendíssima e Beatíssima, Monsenhor Dom .
Sua Santidade Sua Beatitude vestem-se a rigor de forma a impressionar e mudam de estilo com frequência.
Escrevem cartas a diversas entidades (colocando questões ou opinando sobre a actualidade),na esperança de receberem uma resposta nem que seja pela negativa para logo servir de reconhecimento formal dos seus títulos.
Enviam comunicados onde informam a imprensa das suas "actividades" que por vezes publicam por desconhecimento dos jornalistas ou porque o absurdo tambem “vende”, aparecem em eventos como “penetras” procurando visibilidade.
Aproveitam largamente da boa vontade das instituições que não questionam as suas credenciais.
É absurdo pensar que a coberto da chamada "liberdade religiosa" estas pessoas aproveitam em todo o mundo cristão de grande margem de manobra acabando por ludibriar os mais incautos a quem resta apenas aprender com a experiencia quantas vezes bem amarga.
Alguns fecham os olhos e cínicamente fingem não entender e por vezes mesmo aproveitar esta confusão para benefício próprio.

Saramago acredita que "Caim nunca existiu".

Saramago acredita que "Caim nunca existiu". - "tudo aquilo é absurdo, disparatado". Julga, porém, que isso "é indiferente". "A Bíblia tem uma influência muito grande na nossa cultura e até na nossa maneira de ser. Sem a Bíblia seríamos outras pessoas - provavelmente melhores", disse.

Para "abrir o apetite" dos presentes, o autor contou um bocadinho do livro. Condenado à errância, Caim conhece Lilith, "uma devoradora de homens" ( que "forçou" Saramago a, "pela primeira vez" na sua vida, "escrever páginas eróticas"). Quando dali parte cruza-se com outras personagens bíblicas, como Abraão. Saramago inventa-lhe "um outro presente" para recontar meia dúzia de episódios violentos e sustentar que Deus é cruel, vingativo e enlouquecedor.

A Bíblia, reiterou, é um livro impróprio para crianças, "um manual de maus costumes". "Sempre disse que nunca inventei nada. Limito-me a pôr à vista. E, de certo modo, é o que faço com este livro", declarou. Apesar de tudo, está convencido de que Caim "é um livro divertidissímo". E que a Igreja Católica não se incomodará. Os católicos pouco ligam ao Antigo Testamento. Quem se poderá incomodar serão os judeus. "Não é contra Deus que escrevo, uma vez que Ele não existe. É contra as religiões. Para que servem as religiões? Não servem para aproximar as pessoas. Nunca serviram." outubro 2009
ΠΑΣΧΑ -2009 - ΛΙΣΣΑΒΩΝΑΣ-CASELAS 17 και 18 Απριλίου 2009
Παρασκευή 17:00 - επιτάφιο Σάββατο 21:00 -Λειτουργία της Αναστάσεως
ПАСХАЛЬНА -2009 - Лісабон-CASELAS 17 і 18 квітня 2009 року
П'ятниця 17:00 - епітафія Субота 21:00-літургія Воскресіння
PASTE -2009 - LISABONA-CASELAS 17 şi 18 aprilie 2009
Vineri 17:00 - epitaf Sâmbătă 21:00-Liturghie a Învierii
PÁSCOA -2009 - LISBOA-CASELAS 17 e 18 de Abril de 2009
Sex. 17:00 - epitáfio Sábado 21:00-Liturgia da Ressurreição

EM ANGOLA PODE SER CRIADO UM TEMPLO ORTODOXO

Na capital de Angola pode ser criado um templo ortodoxo. Esta questão foi debatida durante o recente encontro da delegação da Igreja Ortodoxa Russa com os compatriotas e representantes da comunidade russófona, que vivem em Luanda e nos arredores da capital. Vem a seguir uma reportagem do nosso correspondente Viktor Voronov. O metropolita de Smolensk e de Caliningrado Kirill, chefe do Departamento de relações externas da igreja, veio pela primeira vez ao continente africano, tendo incluído nesta viagem a visita a Angola. O dignitário da igreja esteve na empresa da sociedade mineira de Catoca, situada na província Lunda-Sul, onde vive e trabalha a maior parte de especialistas russos, ocupados na indústria de diamantes. Para os compatriotas a visita do ilustre hóspede foi uma verdadeira festa. Nas palestras com ele foram discutidas questões de preservação da cultura nacional e espiritual nas condições de permanência num país estrangeiro. Depois da palestra todos os presentes ganharam das mãos do monsenhor um pequeno ícone da Nossa Senhora.
A questão de construção de um templo ortodoxo em Angola é de longa data e, pelos vistos, a sua solução positiva está agora está mais próxima do que nunca.
Kirill: Muitos angolanos estudaram na União Soviética, muitos falam russo e muitos outros ainda relacionam a si próprios à cultura russa. Admito que muitos deles nutram simpatias em relação à religião ortodoxa. As portas do nosso templo serão abertas também para eles pois não se pode amar a Rússia e a não amar a ortodoxia.
A questão de abertura da paróquia está na competência do Santo Sínodo da Igreja Ortodoxa Russa. Depois disso a sua decisão deve ser aprovada pela Igreja Ortodoxa de Alexandria.
Em Angola o metropolita Kirill manteve conversações com o presidente do país José Eduardo dos Santos. No decurso da palestra o primaz delineou a posição da Igreja Ortodoxa Russa no tocante ao diálogo bilateral entre Angola e Rússia, tendo apontado na ocasião que o nosso relacionamento será mais variado, equilibrado e próspero, se os componentes político e econômico forem acrescidos do componente espiritual. Afirmou que a presença da Igreja Ortodoxa Russa em Angola vai contribuir para o desenvolvimento mais pleno de relações culturais e espirituais entre os nossos dois Estados.
O presidente José Eduardo dos Santos ressaltou da sua parte que a posição do governo de Angola coincide com as idéias da Igreja Russa que esta última tem manifestado em diversos foros internacionais e na ONU. Neste plano, — disse o presidente, — o governo de Angola está interessado na continuação e consolidação do diálogo intercultural, internacional e inter-religioso com a Rússia.

Conferência das Igrejas Europeias (KEK)

A cidade de Esztergom, na Hungria, acolhe de 19 a 22 de Fevereiro o encontro anual do comité conjunto do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE – Igreja Católica) e da Conferência das Igrejas Europeias (KEK). As delegações são consituídas por sete membros de cada organismo.
Em cima da mesa estarão as actividades, experiências e projectos dos cristãos na Europa sobre o tema do ambiente, bem como um debate sobre a situação ecuménica.

Ambas as partes avaliarão ainda a acção do comité CCEE/KEK para as relações com os muçulmanos na Europa.
Cristãos da Europa debatem compromisso ecuménico

A cidade de Esztergom, na Hungria, acolhe de 19 a 22 de Fevereiro o encontro anual do comité conjunto do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE – Igreja Católica) e da Conferência das Igrejas Europeias (KEK). As delegações são consituídas por sete membros de cada organismo.
Em cima da mesa estarão as actividades, experiências e projectos dos cristãos na Europa sobre o tema do ambiente, bem como um debate sobre a situação ecuménica.

Ambas as partes avaliarão ainda a acção do comité CCEE/KEK para as relações com os muçulmanos na Europa.

Morreu Alexis II, o patriarca da Igreja Ortodoxa russa

Alexis II, nascido em Tartu, na Estónia, a 23 de Fevereiro de 1929, patriarca da Igreja Ortodoxa russa há 18 anos. Descendia de uma antiga família de nobres da zona báltica que abraçou a ortodoxia por volta do século XVIII. Eleito em 1990 para o cargo, pediu desde o início ao Governo que reintroduzisse o ensino da religião nas escolas. Durante o golpe de estado contra o último Presidente soviético, Mikhail Gorbatchov, colocou-se do lado do homem da “perestroika” e contra os golpistas, pedindo ao Exército para manter a calma, de modo a evitar um banho de sangue.
No campo da ortodoxia, Alexis disputou ao patriarca de Constantinopla (actual Istambul), a primazia de honra. A Igreja Ortodoxa não tem um líder semelhante ao Papa (em rigor, deve falar-se de diferentes Igrejas Ortodoxas, consoante o país), mas o patriarca de Constantinopla sempre foi visto como um primus inter pares, por ter sido em Constantinopla que se deu a ruptura, em 1054, entre cristãos do Ocidente e do Oriente. Depois da queda do comunismo, em 1989, o patriarcado russo – que lidera a maior Igreja Ortodoxa, em número de fiéis – apareceu sempre a querer afirmar-se como o mais importante dentro da ortodoxia.

Alexis II foi acusado várias vezes de ter sido informador dos antigos serviços secretos russos, o KGB, acusação que o patriarcado de Moscovo negou sempre. O religioso reconheceu, porém, que as autoridades religiosas chegaram a alguns acordos com o governo soviético e pediu perdão e compreensão a todos aqueles a quem a cumplicidade da Igreja pudesse ter causado danos, durante uma entrevista dada em 1991.

O patriarca manifestou-se publicamente, em diversas ocasiões, contra a homossexualidade e chamou de "sacrilégio" as marchas de orgulho "gay".
in "publico"António Marujo.

Paróquia de S. Nicolau

NOVA MORADA EM AVEIRO: Estrada de S Bernardo 267 (capela) . Aveiro


Paróquia de S. Nicolau
(Comunidade Ortodoxa da Região de Aveiro)
Patriarcado Ecuménico de Constantinopla
Arcebispado Ortodoxo Grego de Espanha e Portugal
Diocese de Espanha e Portugal

Contactos:
Apartado 556, 3801-901AVEIRO, Portugal
Padre Vazil Komyn 968519596
Alberto Teixeira 933378854
Pope, Orthodox patriarch meet privately, pray together

By Cindy Wooden
Catholic News Service

VATICAN CITY (CNS) -- Pope Benedict XVI and Orthodox Ecumenical
Patriarch Bartholomew of Constantinople
spent almost half an hour
speaking privately March 6 before going into a small Vatican chapel
to pray together.

Although it was the patriarch's first visit to the Vatican since Pope
Benedict's election and the funeral of Pope John Paul II in April
2005, the visit was not a formal, orchestrated affair.

The pope and the patriarch did not exchange speeches, but instead sat
across a table from each other talking.

And instead of participating in a liturgy, they walked into the tiny
Chapel of Urban VIII near the papal library, stood in front of a
painting of the Nativity and prayed silently.

After a few moments, the two began reciting the Lord's Prayer in
Latin. When the prayer was finished, the pope turned to his guest --
as if to see if he was ready to leave -- and the patriarch began
reciting the Hail Mary in Latin. The pope joined in.

When the prayer was finished, the two turned to their aides and
together blessed them.

Pope Benedict and Patriarch Bartholomew held their first formal
meeting in Turkey in 2006 and met for less formal discussions in
October in Naples, Italy.

The patriarch was in Rome to help mark the 90th anniversary of the
Jesuit-run Pontifical Oriental Institute, where he earned his doctoral degree.

The patriarch delivered a lecture on "theology, liturgy and silence,"
focusing on how the spiritual experience of Eastern Christianity can
promote Christian unity and respond to the needs of modern men and women.

Patriarch Bartholomew praised the Oriental Institute's commitment to
promoting the study of the Orthodox and Eastern Catholic churches and
its contributions to Christian unity, particularly by highlighting
the Eastern tradition in the heart of the Catholic Church.

"The church fathers were primarily pastors, not philosophers," he
said. "They were concerned first with reforming the human heart and
transforming society, not with refining concepts or resolving controversies."

The patriarch said that at the center of their pastoral work was a
recognition that humanity is "called to know and to become God," the
call to holiness which the Orthodox term "deification."

When Christians keep in mind the possibility that every human being
and all of creation can be transformed in Christ by the power of the
Holy Spirit, then they will meet every person and every situation
with an attitude of awe and anticipation rather than judgment or fear, he said.

Patriarch Bartholomew said the Orthodox tradition calls for silence
and humility "before the awesome mystery of God, before the sacred
personhood of human beings and before the beauty of creation."

He told students and professors of the Oriental Institute and several
Vatican officials, "We must at all times be prepared to create new
openings and to build bridges, ever deepening our relationship with
God, with other people and with creation itself."

The patriarch also said theologians and pastors would benefit by
remembering that the early church fathers, recognized by both
Orthodox and Catholics, "never perceived theology as a monopoly of
the professional academic or the official hierarchy."

"Orthodoxy," he said, "was the common responsibility and obligation of all."

And, he said, the liturgy -- a communal celebration -- was the place
where the community learned, expressed and strengthened its faith.

"Whereas the gradual development in the West of a juridical source of
authority led to an understanding of liturgical rites more as
external signs, Eastern Christianity visualized liturgy as an
authoritative criterion of faith and ethics," seen, for example, in
the practice of quoting liturgical texts in support of a theological
argument, the patriarch said.

The importance of the community of believers in liturgy and in
determining orthodoxy, he said, needs to be reaffirmed today because
"no individual can ever exhaust the fullness of truth in isolation
from others, outside the communion of saints."

Patriarch Bartholomew said it also is essential that as Catholics and
Orthodox work toward restoring their unity neither should undertake
"provocative initiatives" in ministry, apparently echoing the
concerns of some Orthodox churches, particularly the Russian Orthodox
Church, about the re-establishment of Catholic dioceses in
traditionally Orthodox regions.
05 March 2008, 13:46
Archpriest Vsevolod Chaplin offers to refuse joint prayers with non-Orthodox

Moscow, March 5, Interfax - Deputy head of the Moscow Patriarchate
Department for External Church Relations Archpriest Vsevolod Chaplin

considers it possible for Orthodox believers to pray before common
Christian shrines, but advises to refuse joint prayers with Christian
of other confessions.

"Orthodox people visiting Catholic or Protestant churches, their
presence at non-Orthodox service without explicit or inner prayer,
Orthodox prayer before common Orthodox shrines - all these things are
allowed. While it's better to refuse joint Orthodox and non-Orthodox
public or private prayers," Fr. Vsevolod said in his interview to the
NG-Religii newspaper.

In further talk with an Interfax-Religion correspondent the priest
specified that "it's his private opinion."

Commenting on the results of the recent Geneva session of the World
Council of Churches, Fr. Vsevolod confessed that neither he nor other
Russian Orthodox delegates participated in non-Orthodox prayers any more.

The priest pointed out that joint prayers were practiced in 1960-1990
when Orthodox hoped it would help unite Christians through coming
back to the faith of ancient Church.

"Today no one considers the soon unity seriously, almost all Russian
Church doesn't approve of such prayers and I think the church
decision is impending," the Moscow Patriarchate's representative believes.

According to him, "the WCC was established to unite Christians, but
the unity moves away and even grey ecumenical enthusiasts realize
it", though the Russian Orthodox Church "hardly should leave the
forum where it can effectively discuss" economic globalization,
ecological crisis, worldwide conflicts, social role of religion, etc.
Le pape Theodoros II porteur d’espoir
L’arrivée du Pape Theodoros II apporte un nouvel espoir à la communauté orthodoxe de Madagascar. Ils étaient nombreux à venir à Ivato pour voir sa Béatitude.

Theodoros II (à dr.) accueilli à son arrivée par le ministre Marcel Ranjeva.
Une nouvelle occasion de réjouissance pour la communauté orthodoxe de Madagascar. L’arrivée d’un deuxième patriarche d’Alexandrie consolide la foi de la communauté qui compte actuellement 6 000 fidèles.
Après son atterrissage à l’aéroport international d’Ivato, le Pape Theodoros II n’a pas caché sa grande affection pour la Grande île. « J’avais très envie de venir à Madagascar. Comme je connais très bien l’Afrique et la vie africaine, j'ai voulu inclure dans ma visite pastorale, l’église orthodoxe de Madagascar », a-t-il déclaré devant la foule venue nombreuse pour l’accueillir.
Il a adressé, au général Marcel Ranjeva, ministre des Affaires étrangères et à l’ambassadeur d’Egypte à Madagascar, présents à Ivato, ses vœux d’amour et de paix, ainsi qu'à tout le peuple malgache.
Aide et appui
« Notre église est très présente dans le monde. Nous sommes ici pour aider du mieux que nous pouvons à travers l’église orthodoxe. Je veux rappeler au peuple malgache que je suis avec lui et que je serai là pour lui apporter mon soutien », confirme-t-il.
Le vaste programme qui attend ce chef spirituel orthodoxe témoigne d’ailleurs de son envie de se rapprocher du peuple malgache. Outre l’inauguration d’un hospice à Alasora et d’un lycée à Toliara, le Pape Theodoros II prévoit aussi des rencontres avec toute la communauté orthodoxe de la Grande île. Pour ne citer que celle de la capitale, d’Ambatolampy, de Mahajanga et de Toliara.
De grandes messes agrémenteront sa tournée pastorale. La communauté orthodoxe tananarivienne aura droit à l'une d’entre elles au stade couvert de Mahamasina, dimanche. Une fois de plus, toute la communauté s’en réjouit.
« Sa visite est pour nous un honneur et nous apporte beaucoup d’émotion. Il faut noter que de plus en plus de fidèles orthodoxes sont recensés à Madagascar », souligne Taloumis Panayotis, consul honoraire de la Grèce à Madagascar.


Un acceuil chaleureux à Ivato
Le pape Theodoros II a eu droit à un accueil chaleureux. La grande communauté grecque était présente, sous la houlette du consul honoraire de la Grèce à Madagascar, Taloumis Panayotis. Des personnalités, dont l’ancien président honoraire de la communauté hellénique, Kariciotis, et l’ancien trésorier Lumbardias Panayotis, n'ont pas manqué à l'appel.
Leon Daris, la grande donatrice de la communauté australienne, est venue spécialement d’Athènes
pour assister à l’arrivée du pape Theodoros II à Madagascar.
La communauté malgache n’était pas en reste : diacres et prêtres se sont joints aux fidèles pour adresser un accueil mémorable à l’éminent visiteur.
Fanja Saholiarisoa
Date : 15-02-2008